• Mikio

Encontros modernos - Digitalização na quarentena



Não tem como negar, com a quarentena, muitas pessoas acabaram se envolvendo mais com a Internet e a Digitalização (IOT ou Internet das coisas). Para quem já está na área há algum tempo, isso não é de todo uma novidade, mas para grande parte da população sim!

Quem nem sabia o que era, foi obrigada a começar a usar, coloco aí neste universo algumas pessoas que achavam que nunca iriam precisar dessas coisas ou não tinham condições de ter acesso à tecnologia. Tem o grupo que já usava de alguma forma, mas nunca deu muita atenção, quando precisar eu me aprofundo, a turma do “depois eu vejo isso”. Têm os que já sabiam e utilizavam no dia a dia toda essa parafernália digital e ficava esperando o dia que as pessoas iriam dar mais atenção a todo esse novo mundo, novo normal.

Bom, esse tempo chegou, são lives de todos os tipos, comercial, familiar, educacional, cada um com uma tecnologia ou aplicativo; aplicativos de entregas; “streaming” de vídeo ou músicas; sites de compra; sites de relacionamento; vídeos de receitas; mídias sociais; viagens virtuais e por ai vai.

Muita gente testando e experimentando novas formas de se comunicar, se divertir, se relacionar e de fazer negócios, por que não né? Home Office, e-commerce, delivery, Google Ads, impulsionamento de mídias sociais, websites e plataformas. Coisas que só num período desses teriam tempo, ou a necessidade de fazer, o que no meu entender, é muito bom, é saudável para o mercado esse teste em massa, desta forma novas soluções surgem, novas formas de utilizar as tecnologias também.

A boa notícia é que o mundo digital é geralmente mais barato, colaborativo, tem um custo mais baixo que o mercado tradicional, as plataformas são na maioria “Pay per Use ou SAAS ” você paga enquanto estiver usando; muitas delas começam com planos “Grátis” as chamadas “Freemium”. As campanhas de publicidade são cobradas pelo resultado que elas geram (“Clicks ou views”) e ou no formato de leilão, o que pode reduzir ainda mais o gasto, se forem bem administradas. Este modelo dá acesso a muitas empresas e pessoas que queiram iniciar esta jornada por conta própria e com um orçamento limitado.

A grande questão é que, como qualquer coisa nova, precisa tempo, dedicação, persistência, o que para um empresário é fácil de entender. Mas as vezes não temos muita paciência para ficar escutando aquelas notas desafinadas de quem está aprendendo a tocar um instrumento novo não é mesmo? Mas não deixa de ser uma opção.

Outra opção é buscar ajuda de quem já trilhou este caminho, já testou bastante coisa e pode, desde simplesmente passar alguns atalhos para facilitar na trajetória ou grandes agências que estão tendo que se reinventar para orientar e produzir as peças neste novo cenário.

Se precisar de ajuda entre em contato com a Officina do Marketing, quem sabe a gente não pode te ajudar a decidir que caminho tomar, no mínimo vai ser uma boa conversa, e quando retomar os encontros tradicionais um bom café também!